sexta-feira, 28 de maio de 2010

Três Estágios

Einstein escreveu um ensaio sobre religião e ciência na New York Times Magazine em 1930 no qual ele disse que a religião possui três estágios de desenvolvimento. Deus é entendido de formas diferentes em cada um destes estágios.

O primeiro estágio ele chamou de "Religião do Medo". Era a religião dos primitivos. O medo da fome, o medo do fogo, o medo dos animais, o medo do escuro. Foi o tempo dos rituais de sacrifícios. Deus era considerado severo e vingativo.

O segundo estágio ele disse que foi o da "Concepção Moral de Deus", no qual prevalece o desejo de orientação, amor e apoio. Os evangelhos do Novo Testamento são os grandes símbolos desta fase.

O terceiro estágio Einstein disse que é o do "Sentimento Religioso Cósmico". Segundo ele, é um conceito muito difícil de elucidar para as pessoas que não têm esse sentimento, uma vez que ele não comporta qualquer concepção antropomórfica de Deus. Ele disse ainda que os gênios religiosos de todas as épocas distinguiram-se por esse tipo de sentimento, que não conhece nenhum dogma e nenhum Deus concebido à imagem do homem.

E você, concorda com Einstein? Quem é Deus para você?

sábado, 22 de maio de 2010

Elementos-Força

Ainda são poucos os que têm consciência do poder que existe no ato de rezar. A oração, ou prece, é mais do que resmungar algumas palavras. É muito mais do que simplesmente uma demonstração de fé. Rezar é uma atitude poderosa através da qual temos a oportunidade de ajudar aqueles por quem rezamos de maneira prática. É como dar um copo d'água para quem está com sede. Só que a água pertence ao campo da matéria. O que se oferece com a prece pertence ao campo da energia. Eu acredito que, algum dia, as leis da física ainda vão explicar como tudo isso acontece. Leiam mais sobre os fenômenos da oração no trecho abaixo do livro Os Mensageiros, de autoria de André Luiz e psicografado por Chico Xavier:

"Fizera Ismália nova pausa, agora mais longa. Os olhos umedecidos de pranto. Suave calor, todavia, apossava-se-me da alma. E tão intensa era essa nova sensação de conforto, que interrompi a concentração em mim mesmo, a fim de olhar em torno. Fixando instintivamente o alto, enxerguei, maravilhado, grande quantidade de flocos esbranquiçados, de tamanhos variadíssimos, a caírem copiosamente sobre nós que orávamos, exceto sobre os que dormiam. Tive a impressão de que eram derramados do céu sobre nossa fronte, caindo com a mesma abundância sobre todos, desde Ismália ao último dos servidores. Não cabia em mim de admiração, quando novo fenômeno me surpreendeu.Os flocos leves desapareciam ao tocar-nos, começando, porém, a sair de nossa fronte e do peito grandes bolhas luminosas, com a coloração da claridade de que estávamos revestidos, elevando-se no ar e atingindo as múmias. Ainda aí, reparava o problema da gradação espiritual. As luzes emitidas por Ismália eram mais brilhantes, intensas e rápidas, alcançando muitos enfermos de uma só vez. Em seguida, vinham as fornecidas pelas senhoras do seu círculo pessoal. Depois, tínhamos as de Aniceto, de Alfredo e dos demais. Os servos de corpo obscuro emitiam vibrações fracas, mas visivelmente luminosas. Cada qual, naquele instante de contacto com o plano superior, revelava o valor próprio na cooperação que podia prestar.

Observando-me o assombro, Aniceto falou-me aos ouvidos:

- Na prece encontramos a produção avançada de elementos-força. Eles chegam da Providência em quantidade igual para todos os que se dêem ao trabalho divino da intercessão, mas cada Espírito tem uma capacidade diferente para receber. Essa capacidade é a conquista individual para o mais alto. E como Deus socorre o homem pelo homem e atende a alma pela alma, cada um de nós somente poderá auxiliar os semelhantes e colaborar com o Senhor, com as qualidades de elevação já conquistadas na vida."

segunda-feira, 10 de maio de 2010

The Clairvoyant

É muito bom ver todo mundo falando de temas relacionados à espiritualidade. São os filmes atualmente em cartaz, a novela das seis, estações de rádio, reportagens, enfim, o tema está na moda. Afinal, quem não tem curiosidade de saber o que acontece depois da morte, não é mesmo? O legal é que tanta repercussão leva as pessoas a se aproximarem dos conceitos que realmente importam: bondade, humildade e caridade. Independentemente de religião, pois estes são princípios universais que todas elas ensinam e que não fazem mal para ninguém.

Que venha então a popularização! Mas ela não começou agora. Por diferentes caminhos, por mais estranhos que eles possam parecer, todo mundo está se aproximando dos conhecimentos do espírito. Querem ver só? Quem gosta da banda Iron Maiden? Eles tocam temas espirituais com muita frequência. Aqueles que curtem, por exemplo, a música The Clairvoyant (O Clarividente), ficam repetindo o conceito de reencarnação sem perceber. Esta música foi lançada em 1988. Vejam abaixo uma comparação com o que está escrito no túmulo do Allan Kardec:

Túmulo do Allan Kardec:

"Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sem cessar, tal é a lei"

The Clairvoiyant (O Clarividente) - Iron Maiden

There's a time to live / And a time to die / When it's time to meet the Maker / There's a time to live / But isn't it strange? / As soon as you're born you're dying / I've been reborn again / And again and again

Há um tempo de viver / E uma hora para morrer / Quando é hora de encontrar o Criador / Há um tempo de viver / Mas não é estranho? / Tão logo você nasce está morrendo / Eu nasci de novo / E de novo e de novo

Legal, né?! Na verdade, o conceito de reencarnação é bem velho. Os Druidas, antigos sacerdotes Celtas, já o conheciam, assim como diversos outros povos da antiguidade. Tem muita gente séria falando sobre esse assunto por aí. Vocês podem aprender muito conversando com essas pessoas. Ou ouvindo o Iron Maiden!