domingo, 12 de outubro de 2014

Por que me tornei vegetariano?

Muitos me questionam por que me tornei vegetariano. Digo que foi por respeito à vida dos animais. Talvez constrangidos, sem que eu pergunte nada, alguns argumentam que comer carne faz parte da natureza, da necessidade de proteínas, da cadeia alimentar. Ouço e reflito. Somos ainda tão selvagens. Água encanada, energia elétrica, internet, evoluímos materialmente. Penso que devemos buscar também a evolução espiritual, valorizando todas as formas de vida. Mas apenas penso. E respondo com um sorriso.

sábado, 14 de julho de 2012

Individualidade x Personalidade

A menos que você abandone a sua personalidade, você não será capaz de encontrar a sua individualidade. A individualidade é dada pela existência; a personalidade é imposta pela sociedade. Personalidade é conveniência social. A sociedade não pode tolerar a individualidade porque a individualidade não acompanhará o rebanho, como uma ovelha. A individualidade tem a natureza do leão: o leão move-se sozinho. As ovelhas estão sempre em rebanho, na esperança de que estar em grupo será aconchegante. Em meio à multidão, o indivíduo sente-se mais protegido, seguro. Se alguém atacar, na multidão há todas as possibilidades de você se salvar. Mas, e estando só? -- apenas os leões andam sós.

Osho

sábado, 14 de abril de 2012

Tudo é um sonho

Seremos todos projeções no mundo material de algo maior que ainda não conhecemos? Este vídeo faz parte do documentário 'Além do Cosmos' da National Geographic. Ele é apresentado por Brian Greene, um dos mais jovens e brilhantes físicos da atualidade, professor da Universidade Columbia nos Estados Unidos e autor dos livros 'O Universo Elegante' e 'O Tecido do Cosmos'.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Rio da Vida

 

Há os que nadem na direção certa, junto à correnteza
e de forma tão coesa que se fundem ao próprio rio.

Há os que nadem contra ele, exaurindo toda força
e criando as próprias ondas, parando nas margens do rio.

Há os que são levados no arrasto, atropelados
engolindo água, rolados, descendo rio abaixo em rodopio.

Há os que simplesmente se neguem ao nado, contrariados
e antes mesmo do compasso, desistem do desafio.

Mas a todos aqueles que em suas águas passarem,
seja de forma dura ou suave, o encontro é com o mar.

É sempre esse o destino do rio.


Poesia de Daniele Martins Rodrigues

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Irmão Urso e a Lei de Amor

O filme Irmão Urso, indicado ao Oscar de melhor filme de animação em 2004, é uma produção da Disney que fala sobre a vida, a espiritualidade e o amor. Para quem quiser entender bem o capítulo XI do Livro dos Espíritos – Da lei de justiça, de amor e de caridade, basta assistir a esse filme. É de emocionar!


sábado, 18 de fevereiro de 2012

Um exemplo vale mais que mil palavras

A ação do bem genuíno, com a quebra voluntária de nossos sentimentos inferiores, produz vigorosos fatores de transformação sobre aqueles que nos observam, notadamente naqueles que se nos agregam à existência, influenciando-nos a atmosfera espiritual, de vez que as nossas demonstrações de fraternidade inspiram nos outros pensamentos edificantes e amigos que, em circuitos sucessivos ou contínuas ondulações de energia renovados, modificam nos desafetos mais acirrados qualquer disposição hostil a nosso respeito.

Ninguém necessita, portanto, aguardar reencarnações futuras, entretecidas de dor e lágrimas, em ligações expiatórias, para diligenciar a paz com os inimigos trazidos do pretérito, porque, pelo devotamento ao próximo e pela humildade realmente praticada e sentida, é possível valorizar nossa frase e santificar nossa prece, atraindo simpatias valiosas, com intervenções providenciais, em nosso favor.

É que, em nos reparando transfigurados para o melhor, os nossos adversários igualmente se desarmam para o mal, compreendendo, por fim, que só o bem será, perante Deus, o nosso caminho de liberdade e vida.

Extraído do livro Evolução em Dois Mundos
Pelo Espírito André Luiz, psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Aspecto semi-material do pensamento

A partícula de pensamento, pois, como corpúsculo fluídico, tanto quanto o átomo, é uma unidade na essência, a subdividir-se, porém, em diversos tipos, conforme a quantidade, qualidade, comportamento e trajetórias dos componentes que a integram.

E assim como o átomo é uma força viva e poderosa na própria contextura, passiva, entretanto, diante da inteligência que a mobiliza para o bem ou para o mal, a partícula de pensamento, embora viva e poderosa na composição em que se derrama do espírito que a produz, é igualmente passiva perante o sentimento que lhe dá forma e natureza para o bem ou para o mal, convertendo-se, por acumulação, em fluído gravitante ou libertador, ácido ou balsâmico, doce ou amargo, alimentício ou esgotante, vivificador ou mortífero, segundo a força do sentimento que o tipifica e configura, nomeável, à falta de terminologia equivalente, como “raio da emoção” ou “raio do desejo”, força essa que lhe opera a diferenciação de massa e trajeto, impacto e estrutura.

Com o fluído mental carreiam-se, desse modo, não apenas as disposições mentossensitivas das criaturas, em atuação recíproca, mas também as imagens que transitam entre os cérebros que se afinam pela reflexão natural e incessante, estabelecendo-se as ideações progressivas que, originariamente vertidas dos Espíritos Superiores, transmitem aos desencarnados da Terra as noções de civilização mais apurada. E por essas mesmas entidades, em contato com as tribos encarnadas do paleolítico, semelhantes noções descem para o chão planetário, disciplinando as criaturas e ofertando-lhes novos horizontes à visão e ao entendimento.

Pela reflexão das idéias, surge, assim, entre as duas esferas, entranhado circuito de forças.

Extraído do livro Evolução em Dois Mundos
Pelo Espírito André Luiz, psicografia de Chico Xavier e Waldo Vieira